Cristão que foi preso por participar de igreja doméstica é libertado no Irã
- Quarta-Feira, 06 Maio 2026
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Um cristão que foi preso por participar de uma igreja doméstica no Irã foi libertado da prisão na semana passada.Segundo o Article 18, uma organização que apoia cristãos perseguidos, Amir-Ali Minaei saiu da Prisão de Evin em 29 de abril, como parte da anistia anual concedida a prisioneiros.O cristão de 32 anos passou dois anos detido após ser acusado de "atividades de propaganda contra o regime por meio do estabelecimento de uma igreja doméstica".Inicialmente, Amir-Ali foi sentenciado a três anos e sete meses de prisão, mas teve a pena reduzida para dois anos e seis meses por não recorrer.O homem, que deixou o Islã para seguir Jesus, foi detido pela primeira vez em dezembro de 2022 e passou mais de dois meses na Prisão de Evin.Após uma série de interrogatórios, ele foi libertado sob fiança. Amir-Ali foi diagnosticado com uma doença cardÃaca durante sua libertação. A enfermidade foi causada pelo estresse e ameaças que sofreu ao ser perseguido pelo regime islâmico do Irã.Espancado na prisãoO cristão foi detido novamente em abril de 2024. Em sua segunda detenção, Amir-Ali foi espancado por um guarda.Ele havia feito vários pedidos de consulta com um cardiologista, mas foram rejeitados. No inÃcio de março de 2025, o cristão foi espancado por um guarda da cadeia após pedir mais uma vez para receber tratamento. O agente penitenciário atingiu diretamente no peito de Amir-Ali, piorando mais seu estado de saúde.Mais tarde, ele começou uma greve de fome para protestar depois ter seu direito a um telefonema negado.Perseguição no IrãO Irã é um paÃs predominante muçulmano e o governo islâmico persegue os cristãos, proibindo igrejas, BÃblias e evangelismo. LÃderes e cristãos descobertos podem enfrentar prisão e tortura, principalmente se deixaram o Islã para seguir a Cristo, já que renunciar ao islamismo é proibido pela Sharia (lei islâmica).Apesar da forte perseguição, a igreja secreta continua crescendo no paÃs, segundo um relatório do Article 18.O Irã ocupa a 10ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.







