Muçulmano tenta queimar filhas vivas após aceitarem Jesus em Uganda
- Quarta-Feira, 16 Setembro 2026
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Duas irmãs cristãs escaparam de um incêndio provocado pelo próprio pai depois de deixarem o Islã e entregarem suas vidas a Jesus, em Uganda.Amina e Shamila estavam dormindo em casa, na região de Kibenge, distrito de Kasese, quando a residência foi incendiada por volta da meia-noite de 6 de setembro.Segundo o International Christian Concern (ICC), Muhamud, pai das jovens, jogou gasolina pela casa e ateou fogo enquanto elas dormiam. Ele disse que faria isso para cumprir a lei islâmica, depois que as filhas abandonaram o Islã e se converteram ao cristianismo em 26 de agosto.As duas acordaram com o cheiro de combustível e perceberam que as chamas já estavam tomando conta da casa.“Vimos as chamas consumindo nossa casa silenciosamente. Então começamos a procurar um Plano B para escapar da morte”, contou Amina ao ICC.Felizmente, elas conseguiram fugir por um buraco que abriram na parede.“Vimos as chamas saindo da casa e sabíamos que nossas vidas estavam em perigo. Retiramos os tijolos e escapamos pelo buraco. Graças a Deus, conseguimos sair vivas”, relembrou Shamila.O incêndio destruiu praticamente tudo o que as meninas tinham. Colchões, roupas e outros objetos pessoais foram consumidos pelas chamas.‘O fogo não consumiu nossa fé’Apesar de perderem alguns pertences, Amina afirmou que o ataque não abalou a fé das duas em Jesus.“Estamos felizes em dizer que o fogo consumiu nossa casa, mas não consumiu nossa fé e esperança em Jesus Cristo”, disse ela. “Conseguimos remover alguns tijolos da parede e abrimos um buraco por onde escapamos até que outros vizinhos cristãos viessem nos resgatar e chamaram os líderes locais”, acrescentou.Líderes cristãos da região condenaram o incêndio e afirmaram que o ataque é contra a lei de Uganda. Eles também pediram que o pai das meninas fosse levado à justiça.“Quero agradecer a Deus por proteger essas pessoas”, disse um chefe local, que preferiu não se identificar.“Agradeço também aos cristãos da minha região pela solidariedade demonstrada no resgate dessas pessoas inocentes. Somos contra esses atos assassinos disfarçados de conflito religioso. É algo notório e injustificável”







